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Eu não tenho meios-termos para tudo

por Liana, em 13.07.13

Hoje tenho que escrever. Hoje sei que o vento empurra a minha cortina sorrateiramente como uma criança que foge às repreensões de uma mãe. De que mais certezas eu tenho hoje? Que isto não era o princípio que eu queria dar ao meu texto, a este texto, mas há-de servir.

Tenho que me ajustar aos limites, aos meus e aos teus. Aos nossos. Não se trata tudo de limites? Não podemos isto, aquilo já se pode. Ali é melhor ter cuidado, acolá é perigoso. Será que as fronteiras servem para reprimir o desejo do outro lado ou para nos proteger do desconhecido, do que supostamente é o bicho papão? Tal como está no título, eu não tenho meios-termos, não consigo tê-los e não os quero! Como será gostar de uma coisa a meio-termo, a metade da velocidade, a metade de compreensão, a metade tudo? Pode-se admitir, aceitar, retribuir tal coisa? Que coisa. Que tal coisa não me aconteça- fim. 

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2 comentários

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De dolcescrittora a 14.07.2013 às 15:14

Acho que os limites foram feito para os ultrapassarmos. Só assim saberemos se nos magoa ou não, mas claro, como tudo, tem de ser uma decisão consciente.
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De Sara a 15.07.2013 às 00:53

Divino a meus olhos.

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