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Je t’aime, un peu, beaucoup, à la folie, passionnément, je ne t’aime pas.

A casa começa a desmoronar; quando uma tempestade se consome outra já se está a aproximar, de bicos de pés para a madeira não ranger, não se prevê a sua chegada tão pouco o seu fim, vem de anos atrás. Não se tratavam de ilusões, os desabafos eram precisos e ninguém os escutou, meteu-se na biblioteca. A primavera tinha acabado e os floreados passaram, un peu. As cartas que começavam a tremelicar pelo vento. A tempestade não abdicava do seu poder. Os danos que são feitos, o que fica por dizer, o tom que se encarrega nos diálogos… voltemos à manutenção da casa, pelos pilares. 

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4 comentários

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De Komatsu a 28.08.2013 às 23:57

Gostei muito do texto.
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De marie anne a 29.08.2013 às 20:14

obrigada :)
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eventualmente, as paredes vão reerguer-se. e talvez, no final, a casa até fique mais bonita.
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De meninapequenina. a 06.09.2013 às 13:45

Este texto fez-me parecer que tinha muito mais por trás do véu.
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De dolcescrittora a 20.09.2013 às 17:00

Está elegante, inesperado, subtil e gostei desta tua metáfora.

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