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Eles não merecem, não passam de eles e elas, de fulanos e sicranos; com todos os nomes possíveis. Eu a dizer que já pressentia, sabia reconhecer à distância as pessoas, as suas feições e sorrisos. Doce engano, têm todos máscaras, aproximam-se de fininho, em bicos de pé, isto para não acordar os vizinho que estão sempre à espreita, mas e agora se os “vizinhos” também não são o que parecem?! Quando dá-mos a mão trepam para o braço, com unhas e dentes. Canibais, diria eu. Malditos que deturpam as palavras e sentimentos, rua daqui! Que não habitem mais os meus dias e a rua de que tenho que passar. Pessoas falsas, tristes, velhas e sozinhas. De promessas que nunca chegam a ser cumpridas, palavras que nem sequer são dirigidas, gestos nunca vistos, olhares nem senti-los. Isto tudo transforma-os, ocupa a mente, sorriem mas depois choram. Nem todos têm pessoas para tudo e para o nada, sempre por elas e vice-versa, eu tenho uma vizinha sempre à escuta, por isso que não me interessa, de uma maneira ou outra vou descobrir a essência dos abutres, só me vão transformar numa pessoa mais forte, eles passarão e eu passarinho contigo, sempre contigo, com ti.

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1 comentário

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dolcescrittora a 07.07.2013

Pois é, este calor é mesmo insuportável. é que nem à noite, pelo menos por aqui, vem um vento mais frio para um ar mais arrefecido, continua insuportável!
eu espero o mesmo! depois conta a experiência!

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