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Eles não merecem, não passam de eles e elas, de fulanos e sicranos; com todos os nomes possíveis. Eu a dizer que já pressentia, sabia reconhecer à distância as pessoas, as suas feições e sorrisos. Doce engano, têm todos máscaras, aproximam-se de fininho, em bicos de pé, isto para não acordar os vizinho que estão sempre à espreita, mas e agora se os “vizinhos” também não são o que parecem?! Quando dá-mos a mão trepam para o braço, com unhas e dentes. Canibais, diria eu. Malditos que deturpam as palavras e sentimentos, rua daqui! Que não habitem mais os meus dias e a rua de que tenho que passar. Pessoas falsas, tristes, velhas e sozinhas. De promessas que nunca chegam a ser cumpridas, palavras que nem sequer são dirigidas, gestos nunca vistos, olhares nem senti-los. Isto tudo transforma-os, ocupa a mente, sorriem mas depois choram. Nem todos têm pessoas para tudo e para o nada, sempre por elas e vice-versa, eu tenho uma vizinha sempre à escuta, por isso que não me interessa, de uma maneira ou outra vou descobrir a essência dos abutres, só me vão transformar numa pessoa mais forte, eles passarão e eu passarinho contigo, sempre contigo, com ti.

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4 comentários

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meninapequenina. a 10.07.2013

Lindo.Lindo. E hei-de acrescentar que adoro o que fizeram ao blog.
Vais acampar para onde posso saber? :)

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